A cafeicultura de Rondônia vive uma das fases mais promissoras de sua história.
Para Arildo Ferreira, a transformação começou com a chegada das tecnologias desenvolvidas para o Robusta Amazônico, que elevaram significativamente os níveis de produtividade e qualidade.
O avanço foi impulsionado pela atuação conjunta de instituições como Embrapa, Sebrae, Senar, cooperativas e órgãos públicos, que passaram a investir na capacitação dos produtores e na promoção do café rondoniense.
Esse trabalho permitiu que Rondônia conquistasse reconhecimento nacional em concursos especializados e ampliasse sua participação nos mercados internacionais.
Segundo o produtor, o crescimento do setor não está relacionado apenas ao aumento da produção, mas também à valorização da qualidade, da sustentabilidade e da identidade regional.
A expectativa é que o Robusta Amazônico continue expandindo sua presença em cafeterias especializadas, torrefações e mercados premium dentro e fora do Brasil.
Com planejamento e inovação, Rondônia consolida sua posição entre os principais polos produtores de café do país.
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